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Revista de Imprensa
Requalificação ribeirinha de Setúbal avança Imprimir E-mail

Público, 17.05.2008, Cláudia Aldegalega

A zona ribeirinha da cidade de Setúbal vai ser alvo, até ao final de 2010, de uma série de profundas intervenções, que a presidente da câmara municipal defende como sendo obras que vão "revolucionar aquela zona da cidade de modo a permitir a constituição de um complemento ao projecto turístico em curso em Tróia". Maria das Dores Meira considera que as diversas intervenções previstas vão "afirmar a cidade como o principal pólo alternativo ao núcleo central da Área Metropolitana de Lisboa".

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Loteamento na calha no centro histórico de Sintra Imprimir E-mail

Público, 18.05.2008, Luís Filipe Sebastião

Um loteamento com um hotel e três dezenas de moradias poderá ser viabilizado pela Câmara de Sintra na zona de Monte Santos, segundo uma proposta em discussão pública. O Programa de Acção Territorial de Monte Santos resulta de uma parceria entre a câmara e vários proprietários, reunidos num fundo de investimento imobiliário gerido pelo BCP. A área de intervenção, com 92.880 m2, abrange uma zona verde delimitada pelo pavilhão do Hockey Club de Sintra, Estrada Nacional 247 e antigas oficinas do eléctrico (Centro de Ciência Viva) na Ribeira de Sintra.

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Os esquecidos da zona ribeirinha de Lisboa Imprimir E-mail

Público, 18.05.2008

De Chelas e Marvila, na zona oriental de Lisboa, a Pedrouços, já na fronteira do concelho com Oeiras, a frente ribeirinha da capital conta com vários enteados, zonas não abrangidas pelos planos de requalificação do Governo que se cansaram de esperar por promessas de concretização sempre adiada. A Câmara de Lisboa anunciou um plano estratégico para unir estes parentes pobres aos seus irmãos mais ricos. Resta saber se será algo mais do que uma sigla impronunciável.

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Porto exige tratamento igual para a marginal do Douro Imprimir E-mail

Público, 18.05.2008, Patrícia Carvalho

A frente ribeirinha do Porto também vai ser reabilitada. A exigência é que o financiamento do Governo venha a ser tão significativo como o de Lisboa

As vozes são consensuais: quando a frente ribeirinha do Porto tiver um projecto para ser financiado, o Governo não poderá deixar de o fazer, à semelhança do que está previsto para Lisboa. Mas projecto ainda não há, é preciso que a Porto Vivo - Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) o concretize. E o presidente da câmara, Rui Rio, depois de um ataque ao Governo de José Sócrates sobre a centralização do investimento em Lisboa, recusou voltar a falar sobre a marginal portuense. Nem mesmo depois de o líder da oposição socialista no executivo, Francisco Assis, o desafiar a procurar junto do Governo garantias de apoio semelhantes às que ocorrerão na capital.

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Menos dinheiro e atrasos na reabilitação da frente ribeirinha de Lisboa Imprimir E-mail

Público, 18.05.2008, Ana Henriques

Considerada pelo Governo de interesse nacional, a operação tem de ficar pronta até Outubro de 2010, mas os prazos já começaram a derrapar e o orçamento é menor do que o previsto

Ainda não arrancou mas já perdeu 20 milhões de euros de orçamento. O plano inicial para a reabilitação da frente ribeirinha de Lisboa previa obras no valor de 165 milhões, mas a resolução do Conselho de Ministros publicada esta semana em Diário da República não vai além dos 145 milhões. Por outro lado, continua por decidir o destino dos terrenos da Docapesca, entre Pedrouços e Algés.

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