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Internacional
Okupas mudam-se para bairro de Margaret Thatcher Imprimir E-mail

Público,  01.10.2009, Susana Almeida Ribeiro

Belgravia, no centro de Londres, é uma das zonas residenciais mais caras e exclusivas da capital inglesa, a dois passos do Palácio de Buckingham. O preço médio das casas ronda aqui os sete milhões de libras (7,6 milhões de euros), mas facilmente pode atingir os 20 milhões. O multimilionário russo Roman Abramovich, dono do Chelsea, vive na zona, bem como a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher.
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BBC-World debate Habitação no Mundo Imprimir E-mail

A BBC-World emitiu no dia 1 de Agosto o debate "Housing the World" - "a habitação no mundo", no qual participaram especialistas mundiais em politicas de habitação, entre os quais Raquel Rolnik, que recentemente esteve em Portugal a convite da Ad Urbem para proferir uma conferencia integrada no ciclo "Direito à Cidade".

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Hospital de L'Aquila não tinha licença de habitação Imprimir E-mail

in Público, 15.04.2009, Sofia Lorena

No dia do sismo que devastou L'Aquila e matou pelo menos 294 pessoas no Centro de Itália, mais de mil feridos dirigiram-se para o hospital da cidade, San Salvatore. Poucas horas depois, o edifício era evacuado. Ontem soube-se que não podia sequer estar aberto porque não tinha licença de habitação, o documento que certifica que uma construção cumpre os critérios de segurança, higiene e salubridade.

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Muro no Rio de Janeiro entre favelas e bairros de luxo Imprimir E-mail

in Público, 30.03.2009, Nuno Amaral, Rio de Janeiro

Várias Organizações Não Governamentais (ONG) e a Ordem dos Advogados do Brasil contestam em toda a linha o projecto de construção de um muro de 11 quilómetros em torno de 19 das cerca de 1000 favelas do Rio de Janeiro. A medida, anunciada em Janeiro apenas para a Favela Dona Marta, no Bbairro de Botafogo, vai ser alargada a mais 18 comunidades para "proteger a floresta nativa", informou uma porta-voz do Governo do Estado do Rio.

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Índios guarani invadem praia para travar urbanização Imprimir E-mail

Público, 20.05.2008, Nuno Amaral, Rio de Janeiro

As primeiras cabanas avistam-se desde o luxuoso conjunto de prédios da praia de Camboinhas. Dali vê-se o Pão de Açúcar e a pedra da Gávea. Há cerca de três meses, um grupo de índios guarani montou uma pequena aldeia junto à zona mais nobre, e cara de Niterói, a cidade em frente ao Rio de Janeiro do lado de lá da baía de Guanabara. Dizem que ali há cinco sambaquis (cemitérios indígenas). "Desde 2001 que temos alertado para isso, ninguém nos ouviu. Queriam construir aqui 420 casas e destruir a ecologia destas lagoas e os antigos cemitérios ", explica Isaías, o líder da aldeia.

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